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As revistas da casa

Seis veículos. Uma casa sem paredes.

Cada revista da Xaplin tem alma própria — mas todas trabalham para a mesma coisa: olhar o mundo com mais cuidado e devolvê-lo mais humano. Do ensaio mais denso ao tabloide que acorda com o trabalhador.

Capa da Intermezzo
Intermezzo
Análise · semanal
Pensa devagar o que o factual atravessa depressa, com os grandes pensadores na mesa.
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Capa da Bica.
Bica.
Ensaio literário · semanal
Crônica, conto e poesia. A cidade vista pela janela, o sarau de quinta, a literatura que ainda acredita na palavra.
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Capa da Lado B
Lado B
Crítica cultural · quinzenal
O que o algoritmo não toca. Música, arte e cultura com a profundidade que a pressa do feed não permite.
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Capa de A Banca
A Banca
Tabloide popular · diária
A resenha de quem acorda o Sol para trabalhar. Serviço, futebol, humor e o primeiro sorriso do dia — de segunda a sábado.
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Capa da sururu_
sururu_
Gonzo · zine · quinzenal
Jornalismo gonzo com classe acadêmica e liberdade total. Feita à mão, com textura de verdade. Não pede licença.
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Capa da À Meia-Luz
À Meia-Luz
Lírica · corpo · mensal
Desejo, intimidade e a poesia do encontro. A revista que acende a meia-luz — sem vulgaridade, com verdade.
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Todas as revistas são produzidas pela casa Xaplin. As pessoas que assinam são da casa; quando há vivência ou ficção, a licença poética vem declarada. A Xaplin é, antes de tudo, uma máquina de escutar pessoas.