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Terremoto de 7,1 atinge sul do Japão com danos e feridos

O tremor foi seguido por réplicas, cortes de energia e incêndios na ilha de Kyushu, levando a alertas de tsunami.

Ilustração editorial: Terremoto de 7,1 atinge sul do Japão com danos e feridos
Ilustração editorial gerada por IA · Ateliê Visual Xaplin

Factual · Plantão Xaplin · checado em 2 fontes independentes

Um terremoto de magnitude 7,1 atingiu a província de Kumamoto, no sul do Japão, na manhã desta terça-feira (28), causando destruição, feridos e interrupções em serviços essenciais. O tremor foi seguido por diversos tremores secundários, segundo a Agência Meteorológica do Japão (JMA), conforme apurado pelo g1 e pela CNN Brasil.

Imagens aéreas e registros de redes sociais mostram prédios parcialmente destruídos, ruas cobertas por escombros, colunas de fumaça e uma nuvem de poeira após o abalo, que teve epicentro próximo às cidades de Kumamoto e Uki, na ilha de Kyushu. O shopping Aeon Mall, em Kashima, teve parte de sua estrutura desabada, informou o g1. Dezenas de pessoas ficaram feridas, e equipes de resgate foram mobilizadas para as áreas afetadas, onde também houve incêndios, cortes de energia e danos em estradas e pontes, segundo as autoridades japonesas.

A primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, afirmou que o governo montou uma força-tarefa para coordenar os trabalhos de resgate e alertou para a possibilidade de novos tremores fortes nos próximos três dias. Em declaração à imprensa, em seu gabinete em Tóquio, Takaichi disse que "a extensão dos danos materiais e o número de vítimas ainda estavam sendo avaliados", conforme noticiou a CNN Brasil.

Após o tremor, um alerta de tsunami para ondas de até um metro foi emitido e posteriormente cancelado cerca de duas horas depois pela Agência Meteorológica do Japão. Mais de 150 mil pessoas foram orientadas a se dirigir a centros de retirada, e empresas como a TSMC, fabricante de chips, retiraram funcionários de suas fábricas na região por precaução, segundo a CNN Brasil. O Japão está localizado no Anel de Fogo do Pacífico, o que explica a frequência de terremotos na região, de acordo com o g1.

Fontes: g1 · CNN Brasil