Manifesto
O que a Xaplin é, em uma página.
1. Editora-mãe.
A Xaplin é uma editora digital brasileira. Não é um portal de notícias, não é um blog, não é uma agência. É uma casa editorial com sete revistas próprias — Intermezzo, Bica., À Meia-Luz, Lado B, sururu_, Banca de Jornal e a Banca factual — e uma livraria.
2. Jornalismo, literatura, cultura.
Tratamos jornalismo como literatura e literatura como jornalismo. A apuração é dura, o texto respira, o leitor não é levado pela mão. A Xaplin não escreve para algoritmo — escreve para gente que ainda lê inteiro.
3. Pessoa primeiro, lead depois.
O leitor não é uma audiência a ser convertida. É uma pessoa em algum lugar do dia. A linguagem segue isso: claro, honesto, sem condescendência, sem jargão. Quando a notícia for pesada, não vamos disfarçar. Quando for leve, não vamos forçar gravidade.
4. Honestidade incômoda.
Se um dado é incerto, a gente avisa. Se um texto foi corrigido, a gente registra. Se um post foi escrito com apoio de IA, a gente diz. Nenhuma matéria sai sem responsável humano nomeado.
5. Devagar, com cuidado.
A Xaplin não compete em velocidade. Compete em respiração. Algumas matérias levam dias — a Reportagem Especial leva semanas. A Cápsula do Tempo leva uma vida. O ritmo é o do conteúdo, não o do feed.
6. Tornar o mundo mais humano.
Essa frase está no centro de tudo. Toda decisão editorial passa por ela. Se a matéria, o produto, a parceria não tornam o mundo mais humano, não saem com a marca Xaplin.
— Redação Xaplin · 2026