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Rio exonera 6.145 comissionados e projeta economia de R$ 221 mi

A medida do governo estadual visa preservar o erário e foca em eficiência, com auditorias que seguem em andamento.

Ilustração editorial: Rio exonera 6.145 comissionados e projeta economia de R$ 221 mi
Ilustração editorial gerada por IA · Ateliê Visual Xaplin

Factual · Plantão Xaplin · fonte oficial

O governo do Estado do Rio de Janeiro exonerou 6.145 servidores comissionados até 21 de agosto de 2026, com a projeção de uma economia de R$ 221 milhões até dezembro. A ação faz parte de um corte que atingiu mais de seis mil cargos em comissão em todos os órgãos da administração, de um total de 14.340 comissionados existentes em março, segundo informou a Agência Brasil.

Grande parte dos servidores desligados não possuía senhas de acesso aos sistemas do Estado, como o SEI, sendo identificados como "funcionários fantasmas" por comparecerem apenas uma vez por mês para assinar a folha de ponto. As nomeações, que somaram 2.496, são compostas, em sua maioria, por servidores de carreira, e a economia projetada considera apenas os cargos que continuam vagos.

A gestão interina do desembargador Ricardo Couto, iniciada em 23 de março de 2026 após a renúncia do governador Cláudio Castro, tem como “premissa fundamental a preservação do erário e a aplicação responsável e eficiente dos recursos públicos baseada em eficiência, transparência e resultados”, conforme a Agência Brasil. Há previsão de novas exonerações, enquanto os trabalhos de auditoria prosseguem no Gabinete de Segurança Institucional e na Controladoria Geral do Estado.

Desde março, a estrutura do governo foi reduzida de 32 para 28 secretarias por meio da fusão de algumas pastas. Todas as nomeações do primeiro escalão passam por avaliação do Gabinete de Segurança Institucional.

Fonte: Agência Brasil