Falhas no acesso ao teste do pezinho deixam crianças vulneráveis
Programa de triagem neonatal não alcançava uniformemente o Brasil quando teste começou a ser implementado.
Factual · Plantão Xaplin · checado em 2 fontes
Deficiências no acesso ao teste do pezinho expuseram crianças a sequelas irreversíveis no Brasil, segundo a Folha de S.Paulo. O caso da estudante Laura Dias, 32, exemplifica o problema: nascida no interior da Bahia na década de 1990, ela não foi submetida ao exame durante seu nascimento porque "o médico não o solicitou na maternidade" e sua mãe, Maria Clélia, 56, desconhecia o procedimento.
O teste do pezinho iniciava sua implementação no Brasil naquele período como programa de triagem neonatal. De acordo com a Folha de S.Paulo, o exame "rastreava inicialmente duas doenças: fenilcetonúria e hipotireoidismo congênito".
A reportagem da Folha de S.Paulo aponta que as falhas no acesso ao teste continuam deixando crianças expostas a danos que não podem ser revertidos.
Fontes: Folha de S.Paulo · UOL
Este conteúdo não substitui orientação médica individual. Em caso de dúvida, procure um serviço de saúde.
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