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TSE afirma que urnas eletrônicas passam por 40 etapas de auditoria

Segundo o secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal, o sistema brasileiro é um dos mais auditáveis do mundo.

Ilustração editorial: TSE afirma que urnas eletrônicas passam por 40 etapas de auditoria
Ilustração editorial gerada por IA · Ateliê Visual Xaplin

Factual · Plantão Xaplin · fonte oficial

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou, com pouco mais de dois meses para as Eleições 2026, que as urnas eletrônicas são submetidas a cerca de 40 etapas de fiscalização e auditoria. As verificações envolvem órgãos públicos, partidos políticos, universidades e representantes da sociedade civil, segundo informou a Agência Brasil nesta segunda-feira (14).

Júlio Valente, secretário de Tecnologia da Informação da Corte, declarou à Agência Brasil que o sistema brasileiro está entre os mais auditáveis do mundo e que não há registros comprovados de fraude desde 1996. “Acima de qualquer argumento técnico, nenhum se sobrepõe ao fato de que não temos, desde 1996, nenhum caso comprovado de fraude nas urnas eletrônicas", disse Valente.

Uma das etapas de fiscalização é o Teste Público de Segurança (TPS), realizado em anos não eleitorais, que permite a qualquer cidadão maior de 18 anos propor ataques aos sistemas eleitorais. Conforme Valente, "o teste público democratiza a possibilidade de validar a segurança do processo eleitoral".

Caso sejam identificadas vulnerabilidades, a equipe técnica do TSE implementa as correções, e os próprios investigadores verificam a solução dos problemas antes do ano eleitoral, de acordo com o secretário. O TPS já foi realizado oito vezes, e os testes contaram com a participação de pesquisadores de universidades, especialistas em tecnologia e representantes de instituições públicas, incluindo a Polícia Federal.

Fonte: Agência Brasil