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Trump assina ordem para reduzir vacinas infantis a 11 nos EUA

O decreto recomenda separar a vacina tríplice viral (MMR) em doses individuais e propõe um calendário estendido de imunização.

Ilustração editorial: Trump assina ordem para reduzir vacinas infantis a 11 nos EUA
Ilustração editorial gerada por IA · Ateliê Visual Xaplin

Factual · Plantão Xaplin · checado em 2 fontes independentes

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (10) uma ordem executiva que limita a 11 o número de vacinas recomendadas no calendário infantil, alterando as diretrizes de aplicação. A medida propõe separar a vacina contra sarampo, caxumba e rubéola (MMR) em três imunizantes distintos, a serem administrados em consultas médicas separadas.

Atualmente, as vacinas individuais para essas três doenças não estão disponíveis no país, segundo a agência de notícias Associated Press. O presidente Trump declarou, durante um evento no Salão Oval, que crianças de 1 ano deveriam receber suas vacinas em cinco consultas separadas. A ordem também instrui o Departamento de Saúde dos EUA a aprimorar pesquisas sobre vacinas, conforme ficha informativa da Casa Branca.

"Com efeito imediato, meu governo está reconhecendo recomendações de padrão ouro para vacinação infantil de apenas 11 vacinas essenciais contra as doenças mais graves e perigosas, juntamente com a MMR, que esperamos que seja dividida", afirmou Trump na cerimônia de assinatura. Ele acrescentou que "os Estados Unidos recomendaram mais vacinas infantis do que qualquer país comparável, e até duas vezes mais doses do que alguns países europeus".

Especialistas em saúde pública alertam que o calendário de imunização foi estabelecido com base em décadas de evidências científicas e que espaçar as doses pode aumentar o risco de crianças contraírem doenças evitáveis por vacinação. Embora a ordem executiva defina novas recomendações federais, a autoridade para exigir vacinas de crianças para frequentar escolas reside nos estados, que serão orientados a considerar as novas diretrizes.

Fontes: g1 · CNN Brasil

Este conteúdo não substitui orientação médica individual. Em caso de dúvida, procure um serviço de saúde.