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Santa Catarina lidera taxas de ameaça a mulheres e racismo em 2025

Anuário Brasileiro de Segurança Pública aponta que o estado superou a média nacional em ambos os indicadores.

Ilustração editorial: Santa Catarina lidera taxas de ameaça a mulheres e racismo em 2025
Ilustração editorial gerada por IA · Ateliê Visual Xaplin

Factual · Plantão Xaplin · checado em 2 fontes independentes

Santa Catarina registrou a maior taxa de ocorrências de ameaças contra mulheres e de crimes de racismo no Brasil em 2025, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (23) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e são baseados em boletins de ocorrência da polícia, conforme informaram o g1 e a Folha de S.Paulo.

O estado catarinense apresentou 1.733 registros de ameaças contra mulheres a cada 100 mil habitantes em 2025, índice que superou a média nacional de 720,9 casos, segundo o g1. Em relação ao racismo, Santa Catarina computou 32,8 ocorrências por 100 mil habitantes, liderando o ranking nacional, seguida por Rio Grande do Sul (26,1) e Distrito Federal (25,5), conforme detalhou a Folha de S.Paulo.

Os registros de crime de racismo no Brasil cresceram 13% de 2024 a 2025, totalizando 30.743 casos no ano passado. A Folha de S.Paulo destacou que, para os pesquisadores, a alta reflete não apenas um aumento das ocorrências, mas também uma mudança na forma como o sistema de Justiça tem tratado a injúria racial, "passando a enquadrá-la na mesma lógica jurídica do racismo".

Apesar dos indicadores negativos, Santa Catarina também superou São Paulo e passou a ser o estado com a menor taxa de mortes violentas no Brasil em 2025, registrando 7,6 homicídios por 100 mil habitantes. A taxa é uma redução em relação aos 8,6 de 2024, de acordo com o g1.

Fontes: g1 · Folha de S.Paulo

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