Rosamaria defende Tifanny e critica banimento de trans no vôlei
A atleta da seleção brasileira manifestou apoio à oposta do Osasco e pediu avanço nos direitos LGBTQIAPN+.
Factual · Plantão Xaplin · fonte: ge
A medalhista olímpica Rosamaria defendeu a oposta Tifanny, do Osasco, após a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) alterar a política de elegibilidade para a categoria e vetar a participação de mulheres trans no vôlei nacional. A jogadora da seleção brasileira publicou um posicionamento em suas redes sociais na terça-feira (18), reforçando o apoio já expresso por Gabi Guimarães e Sheilla.
Rosamaria criticou a mudança de regulamento implementada "da noite pro dia", que impede Tifanny de exercer sua profissão. A atleta pediu avanços na luta pelos direitos das pessoas LGBTQIAPN+ e, em suas redes, compartilhou o texto de Gabi Guimarães, capitã da seleção brasileira.
"De qual maneira vamos poder garantir que todas as mulheres, cis e trans, tenham os seus direitos respeitados e preservados em qualquer ambiente?", questionou Rosamaria, em trecho de sua publicação. "Permitir que seja levantada a bandeira quando é conveniente e abaixada quando o assunto fica complexo."
A jogadora, dona de uma prata e um bronze olímpicos, enfatizou a responsabilidade coletiva em garantir esses direitos e tornar o esporte um espaço inclusivo. A Federação Paulista de Vôlei (FPV), no entanto, informou que Tifanny está liberada para jogar o Campeonato Paulista.
Fonte: ge
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