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Marca analisa "paradoxo cruel" na despedida de Neymar antes de Messi

Jornal espanhol afirma que lesões e decisões de carreira impediram que atacante sustentasse o nível prometido enquanto dupla prolongou carreiras em alto nível.

Ilustração editorial: Marca analisa "paradoxo cruel" na despedida de Neymar antes de Messi
Ilustração editorial gerada por IA · Ateliê Visual Xaplin

Factual · Plantão Xaplin · checado em 2 fontes independentes

O jornal espanhol Marca descreveu a despedida de Neymar da seleção brasileira como um "paradoxo cruel" após a eliminação do Brasil para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. De acordo com o veículo, o camisa 10 havia sido preparado para assumir o protagonismo mundial quando Lionel Messi e Cristiano Ronaldo encerrassem suas carreiras, mas acabou se despedindo antes deles.

O Marca apontou que "lesões, escolhas de carreira, contratempos com a seleção brasileira e uma inconsistência que gradualmente diminuiu sua regularidade o afastaram lentamente do lugar reservado aos poucos escolhidos", segundo a CNN Brasil. O jornal afirmou que a conquista da Liga dos Campeões pelo Barcelona e o protagonismo precoce na seleção brasileira alimentaram a expectativa de que Neymar inauguraria uma nova era no futebol.

Para o Marca, o paradoxo se aprofundou porque Messi e Cristiano Ronaldo fizeram o oposto do esperado: aos 39 e 41 anos, adaptaram seu futebol e prolongaram as carreiras em alto nível. O jornal também observou que a seleção brasileira ficou presa à expectativa de que Neymar a conduzisse ao hexacampeonato por mais de uma década, sem alcançar esse objetivo.

Fontes: CNN Brasil · ge

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