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Investimento em saneamento cresce 51% mas fica aquém da meta

Ritmo atual de R$ 137 por habitante ao ano é insuficiente; meta exige R$ 225 para atingir universalização até 2033.

Ilustração editorial: Investimento em saneamento cresce 51% mas fica aquém da meta
Ilustração editorial gerada por IA · Ateliê Visual Xaplin

Factual · Plantão Xaplin · checado em 2 fontes independentes

O investimento anual por habitante em saneamento básico no Brasil cresceu 51% entre 2020 e 2024, passando de R$ 90,54 para R$ 137,02, segundo levantamento do Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados. Apesar do avanço, o ritmo permanece insuficiente para garantir a universalização dos serviços até 2033, conforme estabelecido no Marco Legal do Saneamento Básico.

A legislação brasileira determina que, até 2033, 99% da população tenha acesso à água potável e 90% à coleta e tratamento de esgoto. O Plano Nacional de Saneamento Básico estima que são necessários cerca de R$ 225 por habitante ao ano para atingir essas metas. Segundo o g1, "o setor precisa manter investimentos próximos de R$ 48 bilhões anuais até 2033", e ainda faltam aproximadamente R$ 431 bilhões em investimentos para universalizar os serviços.

Atualmente, 15,9% dos brasileiros não têm acesso à água potável e 43,3% carecem de coleta de esgoto. Os investimentos em saneamento totalizaram R$ 112,6 bilhões entre 2020 e 2024, concentrados geograficamente: a macrorregião Sudeste recebeu R$ 57,3 bilhões, com São Paulo responsável por R$ 34,6 bilhões.

Fontes: g1 · CNN Brasil

Este conteúdo não substitui orientação médica individual. Em caso de dúvida, procure um serviço de saúde.

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