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A Crônica do Dia · o dia mais importante, lavrado

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Memória escrita · 15 dias úteis · sem reunião

A Crônica do Dia

O dia mais importante virou meia dúzia de fotos. A casa escuta quem estava lá e lavra o dia — com a data no alto, pra sempre.

Investimento
R$ 497
Prazo
15 dias úteis após o material completo
Modelo
sem reunião · tudo por escrito

Dito na cara, antes de qualquer conversa: nenhuma crônica foi lavrada ainda. A primeira inaugura o rito — e quem encomendar saberá que é a primeira.

Para quem é

  • Você casou, batizou, formou, despediu-se de alguém — e o que sobrou do dia foram fotos soltas no celular.
  • Você quer dar de presente a alguém o próprio dia dessa pessoa, contado por quem estava lá.
  • Você sabe que a memória da família está envelhecendo e quer o dia por escrito antes que ele se apague.

O que você recebe

  • Uma crônica de 3 a 4 páginas com a data do dia como título — escrita por gente que trabalha com texto todos os dias, no padrão editorial da casa.
  • Escuta de até 3 pessoas que estavam lá, por escrito ou por telefone — a crônica nasce do que elas viram, não do que a casa imagina.
  • Leitura das fotos e do material que você mandar: convites, bilhetes, áudios, o que houver.
  • PDF diagramado pra você imprimir e emoldurar, entregue por e-mail.

Como começa a conversa

  • Você escreve um e-mail contando qual foi o dia e por que ele importa. Não precisa caprichar: a escrita é trabalho nosso.
  • Depois de combinado, você envia as fotos, o material que tiver e o contato de até 3 pessoas que estavam lá (com o consentimento delas).
  • O prazo de 15 dias úteis conta a partir do material completo. Se você ainda estiver juntando, a casa espera — sem pressa e sem multa.

Como funciona

  • 1. Você escreve. O e-mail chega direto na redação da Xaplin — quem lê é quem escreve, não um robô de triagem. A casa responde em até 1 dia útil, por escrito.
  • 2. A casa pergunta antes de cobrar. Na resposta vêm as perguntas certas sobre o dia, a lista do que enviar e o link de pagamento seguro pela Stripe. Você só paga quando estiver claro o que vai receber.
  • 3. A casa escuta. Conversamos com até 3 pessoas que estavam lá, por escrito ou por telefone, no ritmo delas. A escuta é depois do dia, de propósito: é quando a memória assenta.
  • 4. Se o material for pouco, a casa devolve pedindo mais. Antes de escrever, não depois. Preferimos atrasar o começo a lavrar um dia raso.
  • 5. A crônica chega. Em até 15 dias úteis após o material completo, o PDF diagramado chega no seu e-mail. Se houver fila, você sabe a sua posição antes de pagar.

O que não está incluído

  • Presença da casa no evento. A escuta é depois, quando a memória assenta — ninguém da Xaplin vai ao dia.
  • Foto, vídeo ou cobertura ao vivo. A casa trabalha com o material que você já tem.
  • Escrever com material pobre. Se o que chegar não sustenta uma crônica honesta, a casa devolve pedindo mais antes de escrever — está dito aqui pra você não ser surpreendido depois.
Escrever pra casa · R$ 497 A casa responde em até 1 dia útil, por escrito. Pagamento seguro pela Stripe, só depois de combinado.

Perguntas de quem ainda não tem certeza

Vocês já fizeram isso antes?

Não. Nenhuma crônica foi lavrada ainda: a primeira inaugura o rito, e quem encomendar saberá que é a primeira. O que existe e você pode verificar é a operação editorial da casa — plantão diário no ar, 6 revistas, livraria com trilho digital provado — e um exemplo real do padrão de escrita. É essa mão que escreve a sua crônica.

E se as pessoas que estavam lá não souberem contar direito?

Ninguém precisa saber contar. A escuta é conduzida pela casa, com perguntas simples, por escrito ou por telefone — quem organiza a memória em texto somos nós. Se mesmo assim o material não sustentar a crônica, a casa devolve pedindo mais antes de escrever.

O dia foi há anos. Ainda dá?

Dá — e às vezes fica melhor. A escuta é feita depois do dia justamente porque a memória assenta com o tempo. O que a casa precisa é de gente que estava lá e de algum material: fotos, um convite, um bilhete guardado.

E se eu não gostar do texto?

Você lê a crônica e aponta, por escrito, o que não corresponde ao dia — nomes, fatos, o tom de uma cena. A casa ajusta o que for de memória e de fato. O que a casa não faz é prometer que o texto vai te emocionar de um jeito garantido: promessa de sentimento seria desonesta, e esta página não mente.

Isso substitui um álbum ou um vídeo do dia?

Não substitui, acompanha. O álbum mostra como o dia parecia; a crônica conta como ele foi, na voz de quem estava lá. São 3 a 4 páginas com a data no alto — feitas pra ficar na parede ou na gaveta boa, e serem lidas de novo daqui a vinte anos.

Serviços irmãos da casa: Encontro Marcado — o que você quer dizer a alguém numa data marcada · Fio Xaplin — a conversa continuada com a casa · Como a casa cuida — os limites e os cuidados dos serviços pessoais.