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Atacante de Parada LGBTQIA+ em Berlim deixou vídeo com lealdade ao EI

O autor do atropelamento em massa de sábado (25) reivindicou o ataque e jurou lealdade ao grupo militante.

Ilustração editorial: Atacante de Parada LGBTQIA+ em Berlim deixou vídeo com lealdade ao EI
Ilustração editorial gerada por IA · Ateliê Visual Xaplin

Factual · Plantão Xaplin · checado em 2 fontes independentes

Abdul Ballout, responsável por um ataque que resultou na morte de uma pessoa e deixou dezenas de feridos durante a Parada LGBTQIA+ de Berlim no sábado (25), deixou um vídeo gravado em seu celular reivindicando a autoria do atentado e jurando lealdade ao Estado Islâmico, informaram promotores alemães nesta terça-feira (28), segundo o UOL e a Folha de S.Paulo.

O aparelho foi encontrado por investigadores no veículo utilizado para o atropelamento em massa, em um trecho do Tiergarten, parque público próximo ao local do evento. No vídeo, Ballout aparece mascarado, reivindicando o ataque em árabe e mencionando sua suposta ligação com a organização terrorista, de acordo com a Folha de S.Paulo.

Ballout, de 21 anos, alemão filho de imigrantes libaneses, foi morto em confronto com um comando especial no domingo, em um subúrbio de Berlim. A Folha de S.Paulo noticiou que as revelações intensificam a pressão sobre a Justiça, que neste ano abrandou uma pena imposta ao jovem por ter planejado um ataque ao Estado quando menor de idade.

O prefeito de Berlim, Kai Wegner, "afirmou que é impossível monitorar todos os suspeitos de ligação com o terrorismo islâmico, mas engrossou o coro por reformas", conforme a Folha de S.Paulo. Ballout estava sob monitoramento policial desde que deixou a prisão em maio, após ter sido preso no Líbano e deportado no ano passado por tentar se juntar a uma célula do Estado Islâmico na Síria, mas o monitoramento foi relaxado após decisão judicial.

Fontes: Folha de S.Paulo · UOL