Sururu_ — O Gonzo Chegou
Se você não sabe o que é jornalismo gonzo, ótimo — vamos explicar fazendo, não descrevendo.
O Sururu_ é o braço gonzo da Xaplin. Se você não sabe o que é jornalismo gonzo, ótimo — vamos explicar fazendo, não descrevendo. Se sabe, melhor ainda — senta que o bicho vai pegar.
O que é Sururu_
Jornalismo gonzo é jornalismo de imersão total. O repórter não observa de fora — entra, participa, se suja, se perde e, de dentro da confusão, escreve o que vê. Hunter S. Thompson inventou o gênero em 1970 com "O Kentucky Derby é Decadente e Depravado". Tom Wolfe levou para a literatura com "O Teste do Ácido do Refresco Elétrico". No Brasil, o gonzo nunca teve casa. O Sururu_ é essa casa.
O nome vem do molusco. Sururu é marisco de mangue — comida de pobre, sabor de rico, cheiro de verdade. É o Brasil que ninguém põe em capa de revista mas que todo mundo come no domingo. O underline é interrupção: Sururu_ — como uma frase que começa e não termina, porque a realidade não tem ponto final.
"O Sururu_ existe para contar as histórias que o jornalismo de terno e gravata não conta — porque não vai aos lugares onde elas acontecem."
O que publicamos
Reportagens longas, imersivas, em primeira pessoa. O repórter que passa uma semana em uma ocupação urbana. O fotógrafo que acompanha um caminhoneiro por 3.000 km. A cronista que frequenta o botequim mais antigo de Belo Horizonte durante um mês e escreve 15 mil palavras sobre o que ouviu. Jornalismo que leva tempo, custa caro e não tem clickbait — mas que, quando funciona, é o melhor que existe.
Frequência
Quinzenal. Porque gonzo não se faz com pressa. Se tiver pressa, leia o Twitter. Se tiver paciência, leia o Sururu_. A recompensa é proporcional ao investimento.
O Gonzo chegou. E trouxe sururu.