Ribeirão Preto tem 24 mil clientes sem energia após temporal
Cerca de 44 mil clientes na região ainda aguardam o restabelecimento, e concessionária foca em reconstrução da rede.
Factual · Plantão Xaplin · checado em 3 fontes independentes
A cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, registra cerca de 24 mil clientes sem energia elétrica neste domingo (26), dois dias após o forte temporal que atingiu a região na madrugada de sexta-feira (24). Somando as interrupções em cidades vizinhas, o total de consumidores sem luz chega a pouco mais de 44 mil, segundo informou a Folha de S.Paulo, citando dados da concessionária CPFL Paulista.
De acordo com a Agência Brasil, que citou boletim da CPFL Paulista das 6h deste domingo, 2% das casas afetadas em Ribeirão Preto ainda estavam sem energia, e cerca de 15 mil residências em Taquaritinga, Dumont e Guariba continuavam sem luz. A situação é mais crítica em Guariba, onde 13 mil casas permanecem sem energia. A CNN Brasil reportou que a CPFL afirma ter restabelecido o fornecimento para cerca de 98% dos clientes da cidade, mantendo aproximadamente 300 equipes mobilizadas na região.
A CPFL Paulista concentra esforços na reconstrução de 54 torres de transmissão e na substituição de mais de 250 postes danificados. O temporal, descrito pela Folha de S.Paulo como "a maior tragédia climática registrada na cidade em 32 anos", atingiu Ribeirão Preto com rajadas de vento de até 121 km/h, resultando em uma morte e cerca de 20 feridos.
A Defesa Civil Nacional registrou 370 famílias desalojadas e duas desabrigadas, além de danos a 41 escolas e 29 prédios de saúde, incluindo 20 unidades básicas de saúde (UBS), segundo a Agência Brasil. O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, esteve em Ribeirão Preto no sábado (25) e, após o reconhecimento do Estado de Emergência dos municípios, anunciou que o governo federal destinará recursos para as prefeituras da região. Conforme Alckmin, "o governo federal iniciará os aportes às prefeituras para a reconstrução das áreas afetadas", cobrindo ajuda humanitária, reconstrução de prédios públicos e moradias civis.
Fontes: Agência Brasil · Folha de S.Paulo · CNN Brasil
Este conteúdo não substitui orientação médica individual. Em caso de dúvida, procure um serviço de saúde.
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