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Reposicionamento de Marca — o que ela diz e para quem, refeito

Xaplin · Serviços

Reposicionamento de Marca — o que ela diz e para quem, refeito

Quatro semanas para reescrever o que a sua marca afirma, para quem afirma e como isso continua sendo escrito depois que a gente sai.

R$ 28.000 — quatro marcos de R$ 7.000

4 semanas

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O problema

Existe um momento em que a empresa muda e o discurso não acompanha. O negócio virou outro — mudou o cliente, mudou o preço, entrou sócio, saiu linha de produto — e o site continua descrevendo a casa de cinco anos atrás. A venda fala uma coisa no telefone, o Instagram fala outra, a proposta em PDF fala uma terceira, e quem está do outro lado precisa adivinhar com qual das três está negociando. Ninguém de dentro percebe, porque todo mundo leu esses textos tantas vezes que já não os lê.

O reflexo comum é trocar a cor e a logo. Mas a cor raramente é o problema: o problema é a frase. E há um segundo problema, mais caro, que quase ninguém trata — reposicionamento que vira apresentação bonita morre na gaveta, porque na segunda-feira seguinte alguém precisa escrever uma legenda, responder o e-mail de um cliente e mandar um orçamento, e não sabe como aquele conceito novo se escreve na prática.

O que é

Quatro semanas para repensar o que a marca diz e para quem, do conceito à voz. Chega diagnóstico, reposicionamento estratégico, manifesto, tagline e aplicação editorial: como o posicionamento novo se escreve no dia a dia. Quem executa é a NØV, a agência dentro da casa, com o time editorial da Xaplin. R$ 28.000, quatro semanas.

A parte que quase ninguém entrega é a última. A Xaplin é casa editorial antes de ser agência, e o que a casa faz todo dia é transformar uma posição em texto que aguenta a repetição. Por isso o serviço termina num caderno de escrita, e não num slide de encerramento.

E é honesto dizer o resto na mesma página: a casa não exibe depoimento nem logo de cliente. Quando perguntam pelo portfólio, a resposta é que somos o nosso primeiro cliente — este site e as revistas da casa foram escritos com o método que está à venda aqui. Estão públicos justamente para isso: leia antes de decidir e julgue por conta própria.

O que chega até você

  • Diagnóstico da fala atual: leitura de tudo que a marca publicou — site inteiro, redes, materiais de venda, propostas, e-mails de atendimento — com a lista das contradições, cada uma citada com o trecho e o endereço onde ela está no ar. Não é impressão nossa, é o que está escrito.
  • O posicionamento em uma página: para quem a marca fala, contra o que ela se define, o que promete, o que se recusa a dizer daqui em diante. Se não couber em uma página, não está resolvido — voltamos ao trabalho antes de seguir.
  • Manifesto: texto assinável, do tamanho de uma página, pronto para ir ao ar no site ou ser lido em voz alta na reunião com a equipe. Não é declaração de valores em bullet.
  • Tagline: cinco candidatas escritas e testadas, uma escolhida, com a defesa por escrito de por que essa e não as outras quatro — as quatro descartadas vão junto, para você discordar com material na mão.
  • Aplicação editorial: o caderno de escrita da marca. Como o posicionamento novo vira legenda, assunto de e-mail, resposta a cliente irritado, texto de orçamento e página de venda — com seis peças reais da sua marca reescritas lado a lado, antes e depois, para a sua equipe copiar o movimento.

Para quem é

  • Empresa com dez anos ou mais que virou outra coisa pelo caminho: o que vende hoje não é o que o site descreve, e o discurso ficou preso ao negócio antigo.
  • Marca que subiu de preço e continua falando com o público que pagava o preço anterior — a promessa não acompanhou a conta.
  • Negócio que passou por sucessão, fusão ou saída de sócio e ficou com duas ou três vozes disputando a mesma marca, sem ninguém para arbitrar qual fica.
  • Quem tem alguém encarregado de escrever depois — equipe, sócio, agência parceira. O caderno de escrita só serve na mão de quem vai usá-lo.

E para quem não é:

  • Quem está começando. Não há o que reposicionar quando nada foi posicionado ainda — nesse caso o caminho é o Raio-X da comunicação, um diagnóstico curto, ou a Primeira frase do site.
  • Quem quer logo, paleta e arte nova. Isso é outro serviço, o Identidade Visual Micro. Este aqui mexe no que a marca diz, não no que ela mostra.
  • Quem precisa de decisão apoiada em pesquisa de campo com amostragem. O nosso diagnóstico é leitura do que a marca publicou e conversa com quem decide.

Como funciona

  1. Semana 1 — leitura. Você manda os materiais e a casa lê tudo, sem reunião de descoberta para nos contar o que já está escrito. Uma única conversa de trabalho, de 90 minutos, gravada, com quem decide de verdade na empresa. No fim da semana chega o diagnóstico com as contradições citadas.
  2. Semana 2 — a posição. Chega a página do posicionamento e você tem uma rodada de veto: aponta o que não é verdade sobre a sua empresa e a gente reescreve antes de seguir. Nada do resto começa enquanto essa página não estiver de pé.
  3. Semana 3 — a voz. Manifesto e tagline, com as candidatas descartadas anexadas e a defesa da escolhida por escrito.
  4. Semana 4 — a rotina. Aplicação editorial: o caderno de escrita e as seis peças suas reescritas antes e depois. O pagamento acompanha os marcos — nada é cobrado por etapa que ainda não chegou às suas mãos.
  5. Do começo ao fim você fala com um interlocutor único da casa. Nada de repassar contexto para gente nova a cada semana.

Os limites, ditos por extenso: Não inclui identidade visual nova — logo, paleta e sistema gráfico são o Identidade Visual Micro, contratado à parte. Não inclui mídia paga: a casa não compra nem gere anúncio, e não tem verba própria para isso. Não inclui pesquisa de mercado quantitativa com amostragem estatística — o diagnóstico é a leitura do que a sua marca publicou e a conversa com quem decide, não survey com margem de erro; se a decisão depende de número de campo, contrate um instituto antes de nos chamar. Não inclui execução das peças: entregamos o posicionamento, o manifesto, a tagline e o caderno de escrita, não a campanha rodando, o site refeito nem os posts publicados. E não prometemos resultado — nenhum número de vendas, de seguidores ou de reconhecimento. Prometemos o trabalho entregue, nos prazos acima. O que diminui o seu risco está dentro do próprio método: a página do posicionamento chega na semana 2, com uma rodada de veto sua, antes de qualquer outra etapa começar, e o pagamento acompanha os marcos — nada é cobrado por etapa que ainda não chegou às suas mãos.

Perguntas

Vocês não têm depoimento nem cliente para citar. Por que eu pagaria R$ 28.000? Não temos, e não vamos inventar. O que temos é o trabalho à vista: este site e as revistas da casa foram escritos com o método que está sendo vendido e estão públicos para você ler antes de decidir. Leia três páginas — se a escrita não convencer ali, não vai convencer num contrato. E a decisão não é toda de uma vez: a página do posicionamento chega na semana 2 e você veta o que não for verdade sobre a sua empresa antes de o resto existir.

E se eu não gostar do posicionamento que chegar? Para isso existe o veto da semana 2. A página do posicionamento chega antes do manifesto, da tagline e do caderno; você aponta o que não é verdade sobre a sua empresa e a gente reescreve. Nada avança enquanto essa página não estiver de pé, e o pagamento segue os marcos entregues.

Dá para fazer junto com a identidade visual? Dá, contratando também o Identidade Visual Micro, que é onde moram logo, paleta e sistema gráfico. Os dois correm em paralelo e a marca sai com o que diz e o que mostra falando a mesma língua. São contratos separados: este aqui mexe só no que a marca diz.

De quem fica o material depois? Seu. Posicionamento, manifesto, tagline e caderno de escrita são da sua empresa, para uso sem limite de tempo, canal ou território, sem nenhuma cobrança adicional depois. A casa não revende esse material a outra marca.

Quem exatamente faz o trabalho? A NØV, a agência dentro da casa, com o time editorial da Xaplin — quem escreve as revistas é quem escreve o seu manifesto. Você fala com um interlocutor único durante as quatro semanas.

O que eu preciso ter na mão para começar? Os acessos ao que a marca já publicou — site, redes, materiais de venda, propostas, e-mails de atendimento — e 90 minutos de quem decide de verdade na empresa, na semana 1. Se a decisão passa por duas pessoas, as duas entram nessa conversa; é a única em que a casa precisa de você por inteiro.

R$ 28.000 — quatro marcos de R$ 7.000

4 semanas

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Dúvida antes de pagar? Escreva para comercial@xaplin.com.br — a casa responde em até um dia útil, com franqueza, mesmo quando a resposta é não. Trabalho grande se paga por marco entregue.