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Noroeste de SP lidera incidência de dengue; Taubaté registra 18 mortes

Araçatuba, Presidente Prudente e São José do Rio Preto concentram os maiores coeficientes de dengue por 100 mil habitantes.

Ilustração editorial: Noroeste de SP lidera incidência de dengue; Taubaté tem 18 mortes
Ilustração editorial gerada por IA · Ateliê Visual Xaplin

Factual · Plantão Xaplin · fonte oficial

Três cidades da região noroeste de São Paulo – Araçatuba, Presidente Prudente e São José do Rio Preto – lideram a lista de maior incidência de dengue por 100 mil habitantes no estado, segundo dados do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde (NIES) de São Paulo. Até sexta-feira, 5 de abril de 2026, o estado registrava 58.683 casos confirmados de dengue, além de 65.939 casos prováveis e 7.256 em investigação.

Na região de Araçatuba, Birigui, Mirandópolis, Nova Independência e Buritama são os municípios com maior incidência, onde três óbitos foram registrados. Em Presidente Prudente, que contabilizou cinco mortes, São João do Pau d’Alho, Narandiba e Nova Guataporanga aparecem no topo do ranking. A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo informou à Agência Brasil que “mantém acompanhamento ininterrupto e atenção especial no intervalo de outubro a maio, quando há mais transmissões”.

A Grande São Paulo, embora tenha o maior número total de casos confirmados com 12.919, apresenta um dos menores coeficientes por 100 mil habitantes no estado. Taubaté é a cidade com o maior registro de mortes por dengue, somando 18 óbitos, e acumula 9.666 casos. Outras cidades com alto número de casos incluem São José do Rio Preto (7.535), Campinas (7.018) e Araçatuba (5.628).

O órgão de saúde também destacou que checa constantemente os estoques de medicamentos e insumos, ao mesmo tempo em que os municípios são “provocados a atualizar seus planos locais de contingência”. A vacina Qdenga, que atua contra a doença, está disponível gratuitamente em postos de saúde para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, e pode ser encontrada na rede privada para a faixa etária de 4 a 59 anos.

Fonte: Agência Brasil

Este conteúdo não substitui orientação médica individual. Em caso de dúvida, procure um serviço de saúde.