Mulher de Lito Sousa nega privilégio em remédio experimental
Mila Seidl, esposa do influenciador, destacou que o processo seguiu regras para uso compassivo de medicamentos.
Factual · Plantão Xaplin · checado em 2 fontes independentes
Mila Seidl, esposa do influenciador Lito Sousa, negou no domingo (6) que a autorização para importar um medicamento experimental contra a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) tenha sido obtida por privilégio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) havia liberado na sexta-feira (4) a importação da substância ALN-6457, desenvolvida pela Regeneron Pharmaceuticals.
Em vídeos publicados nas redes sociais, Mila Seidl afirmou que o pedido seguiu as regras para uso compassivo de medicamentos, processo destinado a pacientes graves sem alternativas de tratamento. "A gente apresentou bastante documentação, estava bem robusto. Eu me preparei bastante", disse Seidl, que contou ter participado de uma reunião com a farmacêutica para conseguir a liberação.
O pedido de importação foi formalizado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, responsável pelo acompanhamento de Lito Sousa, após o influenciador ser aceito pela farmacêutica em um programa de uso compassivo. Mila Seidl ressaltou que "isso não é uma regalia nossa. É um direito de qualquer pessoa que está numa situação semelhante", e que pretende orientar outras famílias sobre o processo, já que as informações não são de fácil acesso.
Fontes: Folha de S.Paulo · CNN Brasil
Este conteúdo não substitui orientação médica individual. Em caso de dúvida, procure um serviço de saúde.
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