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Lula defende ciência para competir com EUA e China

Presidente afirmou que Brasil não tem o mesmo poderio militar e deve investir em pesquisa e desenvolvimento.

Ilustração editorial: Lula defende ciência para competir com EUA e China
Ilustração editorial gerada por IA · Ateliê Visual Xaplin

Factual · Plantão Xaplin · checado em 2 fontes independentes

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na terça-feira (28) que o Brasil não tem a intenção de entrar em conflito com a China e os Estados Unidos, propondo que o país deve superar as superpotências por meio do investimento em ciência e tecnologia. A declaração foi feita durante a 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Niterói (RJ), conforme noticiado pela CNN Brasil e UOL.

Lula destacou a necessidade de ampliar a pesquisa em diversas áreas, incluindo a exploração de terras raras, para competir globalmente. "Eu não tenho nem os aviões que eles têm, nem os tanques que eles têm, nem as bombas que eles têm, nem o dinheiro que eles têm, nem o conhecimento científico tecnológico que eles têm. Ao invés de ficar brigando com ele, eu quero derrota-los. Estudando mais do que eles, investindo mais do que eles, pesquisando mais do que eles", disse o presidente, segundo a CNN Brasil.

Na mesma reunião, o vice-presidente Geraldo Alckmin classificou os ataques do presidente argentino Javier Milei ao Brasil como "lamentáveis", de acordo com o UOL. Milei, por sua vez, já havia afirmado em São Paulo que confia em Flávio Bolsonaro (PL) para "deter o lixo socialista" e chamou um ministro do Supremo Tribunal Federal de "lixo careca".

Lula também mencionou a importância de desenvolver tecnologia na Defesa para proteger os recursos nacionais e o território brasileiro. Ele reforçou que o desafio do Brasil é "disputar campo com esses países na pesquisa em diferentes áreas", segundo a CNN Brasil, sem mencionar prazos para essas metas.

Fontes: CNN Brasil · UOL