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Kassio Nunes Marques defende urnas e vê desinformação

O presidente do TSE fez a declaração na Corrida Pela Democracia, em Brasília, evento que encerrou a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação.

Ilustração editorial: Kassio Nunes Marques defende urnas e vê desinformação
Ilustração editorial gerada por IA · Ateliê Visual Xaplin

Factual · Plantão Xaplin · checado em 2 fontes independentes

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, defendeu as urnas eletrônicas neste domingo (9), afirmando que “desacreditar o sistema de votação é desconvidar o eleitor a comparecer às urnas”. A declaração foi feita em Brasília, no Autódromo Internacional Nelson Piquet, durante a Corrida Pela Democracia, evento que encerrou a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, conforme noticiado pelo g1.

Nunes Marques reiterou que a Justiça Eleitoral trabalha para demonstrar a transparência e a segurança do sistema de votação. Segundo a Folha de S.Paulo, a fala do ministro ocorre após recentes manifestações do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que veiculou informações falsas sobre as urnas, mas depois declarou que aceitará os resultados e espera um TSE diferente de 2022.

Questionado sobre o combate à desinformação, o ministro explicou que o TSE não visa tratar problemas individualmente, mas sim fortalecer a segurança cibernética e levar informações à sociedade brasileira. Ele também mencionou o diálogo com plataformas de internet para minimizar incidentes de "deepfake" e inteligência artificial nas eleições. "Todas elas [plataformas] concordaram com nosso plano. Já está assinado e colocaram ferramentas à disposição para minimizar esse tipo de incidente, esse tipo de desinformação", disse Nunes Marques.

O TSE instituiu nesta semana um conselho consultivo sobre Integridade Informacional nas Eleições 2026. O órgão multidisciplinar, composto por especialistas de diversas áreas, como tecnologia, segurança pública e direito eleitoral, terá a missão de assessorar a Presidência da Corte em ações para proteger a legitimidade do processo eleitoral.

Fontes: g1 · Folha de S.Paulo