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Caixa entra em greve nacional em 10 de agosto

Trabalhadores da Caixa reivindicam itens de acordo específico; no Banco do Brasil, bases sindicais rejeitam proposta de CCT.

Caixa entra em greve nacional em 10 de agosto
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Factual · Plantão Xaplin · fonte oficial

Funcionários da Caixa Econômica Federal iniciaram uma greve nacional por tempo indeterminado nesta quinta-feira (10). No Banco do Brasil, a paralisação ocorre de forma parcial em bases sindicais que rejeitaram a proposta de acordo da categoria, conforme apurou a Agência Brasil.

As mobilizações bancárias seguem meses de negociações. A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e entidades sindicais assinaram na última quarta-feira (9) a nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), válida em todo o país. O acordo prevê a reposição integral da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), além de aumento real de 0,6% em 2026 e 2027. O reajuste abrange benefícios como vale-refeição, vale-alimentação, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e auxílios.

Apesar da CCT, os bancários da Caixa reivindicam pontos específicos dos Acordos Coletivos de Trabalho (ACT) com a instituição, entre eles a aplicação da Norma Regulamentadora 1 (NR-1) para segurança e saúde profissional e o combate a metas de trabalho abusivas. A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa informou que mais de 90% das bases sindicais rejeitaram a proposta de renovação do ACT. Um dos principais pontos de divergência é o plano de assistência médica Saúde Caixa.

A Caixa retomou as negociações com os representantes dos funcionários e agendou uma nova rodada para esta quinta-feira (10). Em nota, a instituição afirmou que “mantém o diálogo aberto com as entidades representativas dos empregados e retornou à mesa de negociação com o objetivo de construir um entendimento que contemple os interesses de todas as partes envolvidas”. A orientação sindical é manter a paralisação até que eventuais avanços sejam submetidos a novas assembleias. No Banco do Brasil, cerca de 60 entidades sindicais rejeitaram o CCT, enquanto parte dos sindicatos o aprovou.

Fonte: Agência Brasil

Este conteúdo não substitui orientação médica individual. Em caso de dúvida, procure um serviço de saúde.