Banca de Jornal — Psicologia de Botequim e Filosofia de Ponto
O canto do Xaplin onde a literatura é de bolso, a sabedoria é de calçada e ninguém precisa de diploma para entender.
A Banca de Jornal é o setor da Xaplin que trata de tudo o que o Brasil conversa — mas que a academia ignora e o jornalismo convencional ridiculariza. Psicologia de Botequim. Filosofia de Ponto de Ônibus. As grandes questões existenciais formuladas entre uma cerveja e um suspiro, entre o troco do ônibus e o primeiro semáforo.
Psicologia de Botequim
Uma coluna que trata dos dilemas emocionais do brasileiro com a seriedade que merecem e a linguagem que funciona. Por que a gente ama quem não nos ama? Por que seu chefe é um idiota? Por que a gente sempre volta para o ex? São perguntas que o divã cobra R$ 250 por sessão para responder — e que o botequim responde de graça, com uma lucidez que Freud invejaria.
Filosofia de Ponto de Ônibus
O pensamento produzido nos 47 minutos de espera pelo 474. Dona Carmem e a arte de não ter pressa. O sentido da vida visto da perspectiva de quem ganha um salário mínimo e ainda encontra motivo para rir. Filosofia sem jargão, sem Heidegger, sem pretensão — mas com a profundidade que só a vida real produz.
"A Banca de Jornal parte de uma premissa simples: o povo brasileiro pensa. Pensa bem. Pensa fundo. Só não pensa em alemão — e isso, para a academia, é imperdoável."
Publicação irregular, como toda boa conversa de botequim. Quando tem assunto, tem coluna.