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Armênia, Colômbia, resiste a novo terremoto 27 anos após devastação

A cidade, que concentrou quase todas as mortes em 1999, agora registra um óbito isolado por queda.

Ilustração editorial: Armênia, Colômbia, resiste a novo terremoto 27 anos após devastação
Ilustração editorial gerada por IA · Ateliê Visual Xaplin

Factual · Plantão Xaplin · checado em 2 fontes independentes

A cidade de Armênia, na Colômbia, resistiu a um novo terremoto na semana passada, 27 anos após ter sido devastada pelo tremor de 25 de janeiro de 1999, que resultou em 971 mortos no país. Em contraste com a destruição anterior, o abalo recente causou apenas uma morte na cidade, de uma mulher que se jogou do terceiro andar de um prédio.

Em 1999, Armênia, no Eixo Cafeeiro, foi completamente destruída, concentrando grande parte das fatalidades. Naquele ano, Vanessa Porras, então com cinco anos, e sua família viveram momentos de terror quando a casa desabou, e a irmã Angie, de quatro anos, ficou sob os escombros. Um tremor secundário, que derrubou as poucas casas ainda de pé, permitiu que a menina fosse ouvida e resgatada, "minha irmãzinha saiu viva", relata Vanessa, hoje com 33 anos, à BBC News Brasil.

No tremor da semana passada, os edifícios de Armênia registraram danos como rachaduras em fachadas e paredes internas, mas não desabaram, evitando mortes por soterramento. No Colégio Rufino José Cuervo, mil e seiscentos estudantes foram evacuados a tempo e não houve feridos, segundo o g1. O engenheiro civil Federico Alejandro Núñez, professor da Universidade Javeriana, em Bogotá, explicou que o objetivo dos códigos de construção é preservar vidas, mesmo que as estruturas sejam danificadas.

Fontes: g1 · BBC News Brasil