Agente Editorial
OPERAÇÃO EDITORIAL COM IA ASSISTIDA
Seu site publica todo dia — na sua voz, com checagem de verdade — sem precisar montar uma redação dentro de casa.
Para que serve
A página em branco não perdoa. Quem se propôs a publicar toda semana conhece o peso: o calendário zera de novo assim que você o preenche, e cada vez que a pressa fala mais alto, a marca soa como outra pessoa.
O Agente Editorial existe pra segurar esse ritmo por você. É uma redação interna sem redação interna — pesquisa, escrita, edição e calendário funcionando como um time que já entrou na sua cabeça e escreve do jeito que você escreveria num dia bom. Serve pro time pequeno de marketing que precisa produzir mais sem virar cinco pessoas, pra empresa com lista que pede alimento toda semana, e pra quem cuida da comunicação e cansou de escolher entre volume e voz.
Como funciona
São três semanas até o agente entrar no ar. Na primeira, a gente mergulha no que você já publicou e conversa com quem manda no tom — as lideranças que sabem, muitas vezes sem saber explicar, como a marca soa. Na segunda, treina e calibra: o agente aprende suas palavras, seus assuntos, o que você nunca diria.
Na terceira, vem o teste cego. A gente escreve, e você não sabe o que saiu da máquina e o que saiu de gente. Você só aponta o que está bom e o que está torto. Quando você não consegue mais distinguir os dois, está pronto pra publicar.
A checagem que não deixa passar
Escrever bonito é o começo. O que derruba a confiança de um leitor é uma informação errada publicada com a sua assinatura.
Por isso o agente não inventa: cada dado, nome ou data passa por uma camada de checagem antes de virar texto no ar — se não tem fonte, não sobe. É a mesma trava que a gente roda na própria casa, todo dia, no portal que a Xaplin mantém no ar. Você fica com a velocidade de uma máquina e a régua de uma redação que trata o falso como inimigo.
O plantão humano
Nenhum agente fica sozinho. O contrato inclui horas de plantão editorial com gente de verdade — pra quando o tom escapou, quando uma peça importante pede quatro olhos antes de ir pro ar, ou quando o briefing exige interpretação que só um editor dá.
Você não fica refém do automático nem da fila de aprovação: a máquina segura o volume, a pessoa segura o julgamento.
Por que a Xaplin
A gente é o próprio primeiro cliente. Antes de vender isso pra você, a Xaplin construiu uma casa editorial inteira — revistas próprias, um portal de notícias no ar e um motor de publicação escrito por nós, que roda sozinho e se vigia.
O Agente Editorial é esse mesmo maquinário virado pra sua marca. Qualquer um liga um modelo pronto. A parte cara — o tom, o critério, a frase que acerta, a checagem que não deixa mentira passar — é a única coisa que a gente vende. E fica tudo registrado: um arquivo auditável de cada peça que sai, e um style guide vivo que cresce junto com a marca.
O primeiro passo
Comece por uma conversa, não por um contrato. Escreva em duas linhas o que você precisa publicar e com que frequência, e a gente devolve em até um dia útil uma leitura honesta — se faz sentido pros dois lados, quanto tempo leva, e por onde começar.
Sem ligação de vendas, sem empurrão. Fale com a gente em xaplin.com.br/contato/ ou em contato@xaplin.com.br.