Uma editora brasileira com 200 livros, 3 revistas e zero investidor
BASTIDORES Em março de 2026, uma editora digital nasceu no Rio de Janeiro sem escritório, sem investidor e sem pedir licença.
BASTIDORES
Em março de 2026, uma editora digital nasceu no Rio de Janeiro sem escritório, sem investidor e sem pedir licença. Em menos de um mês, a Xaplin publicou mais de 200 e-books, lançou 3 revistas digitais e montou uma redação com 8 colunistas e mais de 50 personas ficcionais.
Esta é a história de como — e por quê.
O nome
Xaplin. O X é uma intervenção brasileira. Evoca sem copiar. Uma marca que não pede licença para existir — como o próprio jornalismo deveria ser.
O modelo
A Xaplin não é uma startup. Não tem pitch deck, rodada de investimento nem "pivotou" três vezes. É uma empresa de comunicação que faz o que empresas de comunicação deveriam fazer: comunicar bem.
O modelo é simples: conteúdo editorial gratuito de altíssima qualidade + produtos digitais acessíveis. Os e-books custam entre R$ 9,90 e R$ 34,90. O pacote Premium (acesso total a tudo) sai por R$ 239,90. Pagamento via Stripe, acesso imediato.
As revistas
Intermezzo faz jornalismo como se importasse. Reportagens que respiram, análises que pensam, capas que marcam. Sai toda quarta ao meio-dia.
Bica. é um cabaré literário. Mais de 50 vozes ficcionais habitam o Le Lapin Agile — um Pigalle reimaginado no Rio. Quintas às 18h.
Sururu_ é jornalismo gonzo brasileiro. Jumerli Sururu Manolo é o correspondente que ninguém pediu e todo mundo precisava.
A aposta
A Xaplin aposta que existe público para conteúdo inteligente no Brasil. Que as pessoas querem ler — se houver algo que valha a pena. Que uma editora pode ser viável sem vulgarizar, sem clickbait, sem "veja o que aconteceu".
O X é uma intervenção. E ela já começou.
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Texto: Redação Xaplin | Conceito: NØV Agência